quarta-feira, 11 de março de 2009

Despedida “até breve”


Cerraste os olhos à vida corporal
O meu cândido amigo, de forma admirável...
Partiu em dia de festa, de forma tão natural.
Quis mesmo ser discreto, modesto até na hora final !
Nos deixaste meio órfãos em um pranto
Que guardávamos pra ti...
Mas se foi essa tua vontade entre nós
Que assim seja, e ponto final. 
Permita-nos ao menos um consolo imenso, abissal.
Agradecer-te a ajuda amiga, providencial. 
Dirás, que não foi obra tua, mas nego-me veemente,
A aceitar tua saída. Devemos-te muito e acho justo
No presente e no futuro, render-te devida homenagem.
A quem doou de si em estendidas mãos.
Ensinaste-nos preciosas lições, deu-nos força, coragem.
Para aceitar nossos trabalhos, espelhados no teu exemplo cristão.
E a esse Cristo, que tua bondade nos ensinou a amar,
Hoje pedimos por caridade, tua alma abraçar. 
Sabemos não ser necessário tal petitório, pois que teu apostolado,
Foi por todos nós publico e notório, mas dá-nos Senhor,
Esse consolo supremo, de saber nosso amigo, vosso apostolo,
Em tua companhia
Que saibamos honrar compromissos
Como nosso irmãozinho de partida.
Que curemos com trabalho e amor, a saudade dorida.
Dá-nos Senhor, paz e alegria.
Disposição e harmonia, para nos felicitarmos com a volta dele
À pátria celestial, enquanto aqui permanecermos.
Esteja em paz, querido amigo, onde estiver.
O Abraço fraterno, do Coração do Mundo, Pátria do Evangelho
Ao nosso Francisco mais Cândido, nosso Chico Xavier.

Edder Pinheiro Rangel.

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