quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Psicografia - Carlos Baccelli

Carlos A.Baccelli - Mecanismos da Mediunidade

Nova Consciência 27- Carlos Baccelli No interior da Terra

Separação entre cônjuges espirituais


Ocorre separação entre cônjuges espirituais?
Pode acontecer, por exemplo, que as autoridades superiores escolham um dos cônjuges para serviço particular entre os homens, atendendo a qualidades especiais que possua e com que deva satisfazer a questões e eventualidades terrestres.
Além disso, esse ou aquele cônjuge, após venturoso estágio na esfera superior, necessita regressar aos círculos carnais para experiências difíceis no resgate de compromissos determinados.
Em ambas as modalidades de separação compreensível e justa, o companheiro ou a companheira em condição de superioridade, pelo menos circunstancialmente, roga, com êxito, a possibilidade de custodiar o objeto de sua veneração e de seu carinho, quase sempre na posição de reencarnados, em regime de completa renúncia.
(Evolução em Dois Mundos, Parte II, IX, André Luiz/Chico Xavier/Waldo Vieira, FEB)
O CASO TOBIAS - No terceiro dia de trabalho, alegrou-me Tobias com agradável surpresa. Findo o serviço, ao entardecer, de vez que outros se incumbiram da assistência noturna, fui fraternalmente levado à residência dele, onde me aguardavam belos momentos de alegria e aprendizado.
Logo de entrada, apresentou-me duas senhoras, uma já idosa e outra bordejando a madureza. Esclareceu que esta era sua esposa e aquela, irmã. Luciana e Hilda, afáveis e delicadas, primaram em gentilezas.
Reunidos na formosa biblioteca de Tobias, examinamos volumes maravilhosos na encadernação e no conteúdo espiritual.
A senhora Hilda convidou-me a visitar o jardim, para que pudesse observar, de perto, alguns caramanchões de caprichosos formatos. Cada casa, em "Nosso Lar", parecia especializar-se na cultura de determinadas flores. Em casa de Lísias, as glicínias e os lírios contavam-se por centenas; na residência de Tobias, as hortênsias inumeráveis desabrochavam nos verdes lençóis de violetas. Belos caramanchões de árvores delicadas, recordando o bambu ainda novo, apresentavam no alto uma trepadeira interessante, cuja especialidade é unir frondes diversas, à guisa de enormes laços floridos, na verde cabeleira das árvores, formando gracioso teto.
Não sabia traduzir minha admiração. Embalsamava-se a atmosfera de inebriante perfume. Comentávamos a beleza da paisagem geral, vista daquele ângulo do Ministério da Regeneração, quando Luciana nos chamou ao interior, para leve refeição.
Encantado com o ambiente simples, cheio de notas de fraternidade sincera, não sabia como agradecer ao generoso anfitrião.
A certa altura da palestra amável, Tobias acrescentou, sorridente:
- O meu amigo, a bem dizer, é ainda novato em nosso Ministério e talvez desconheça o meu caso familiar.
Sorriam ao mesmo tempo as duas senhoras; e, observando-me a silenciosa interpelação, o dono da casa continuou:
- Aliás, temos numerosos núcleos nas mesmas condições. Imagine que fui casado duas vezes...
E, indicando as companheiras de sala, prosseguiu num gesto de bom
humor:
- Creio nada precisar esclarecer quanto às esposas.
- Ah! sim - murmurei extremamente confundido -, quer dizer que as senhoras Hilda e Luciana compartilharam das suas experiências na Terra...
- Isso mesmo - respondeu tranqüilo.
Nesse ínterim, a senhora Hilda tomou a palavra, dirigindo-se a mim:
- Desculpe o nosso Tobias, irmão André. Ele está sempre disposto a falar do passado, quando nos encontramos com alguma visita de recém-chegados da Terra.
- Pois não será motivo de júbilo - aduziu Tobias bem-humorado -, vencer o monstro do ciúme inferior, conquistando, pelo menos, alguma expressão de fraternidade real?
- De fato - objetei -, o problema interessa profundamente a todos nós. Há milhões de pessoas, nos círculos do planeta, em estado de segundas núpcias. Como resolver tão alta questão afetiva, considerando a espiritualidade eterna? Sabemos que a morte do corpo apenas transforma sem destruir. Os laços da alma prosseguem, através do Infinito. Como proceder? Condenar o homem ou a mulher que se casaram mais de uma vez? Encontraríamos, porém, milhões de criaturas nessas condições. Muitas vezes já lembrei, com interesse, a passagem evangélica em que o Mestre nos promete a vida dos anjos, quando se referiu ao casamento na Eternidade.
- Forçoso é reconhecer, todavia, com toda a nossa veneração ao Senhor - atalhou o anfitrião, bondoso -, que ainda não nos achamos na esfera dos anjos e, sim, dos homens desencarnados.
- Mas, como solucionar aqui semelhante situação? - perguntei.
Tobias sorriu e considerou:
- Muito simplesmente; reconhecemos que entre o irracional e o homem há enorme série gradativa de posições. Assim, também, entre nós outros, o caminho até o anjo representa imensa distância a percorrer.
Ora, como podemos aspirar à companhia de seres angélicos, se ainda não somos nem mesmo fraternos uns com os outros? Claro que existem caminheiros de ânimo forte, que se revelam superiores a todos os obstáculos da senda, por supremo esforço da vontade; mas a maioria não prescinde de pontes ou do socorro de guardiães caridosos. Em vista dessa verdade, os casos dessa natureza são resolvidos nos alicerces da fraternidade legítima, reconhecendo-se que o verdadeiro casamento é de almas e essa união ninguém poderá quebrantar.
Nesse instante, Luciana, que se mantinha silenciosa, interveio, acrescentando:
- Convém explicar, todavia, que tudo isso, felicidade e compreensão, devemos ao espírito de amor e renúncia de nossa Hilda.
A senhora Tobias, no entanto, demonstrando humildade digna, acentuou:
- Calem-se. Nada de qualidades que não possuo. Buscarei sumariar nossa história, a fim de que nosso hóspede conheça meu doloroso aprendizado.
E continuou, depois de fixar um gesto de narradora amável:
- Tobias e eu nos casamos na Terra, quando ainda muito jovens, em obediência a sagradas afinidades espirituais. Creio desnecessário descrever a felicidade de duas almas que se unem e se amam verdadeiramente no matrimônio. A morte, porém, que parecia enciumada de nossa ventura, subtraiu-me do mundo, por ocasião do nascimento do segundo filhinho.
Nosso tormento foi, então, indescritível. Tobias chorava sem remédio, ao passo que eu me via sem forças para sufocar a própria angústia. Pesados dias de Umbral abateram-se sobre mim. Não tive remédio senão continuar agarrada ao marido e ao casal de filhinhos, surda a todo esclarecimento que os amigos espirituais me enviavam, por intuição.
Queria lutar, como a galinha ao lado dos pintainhos. Reconhecia que o esposo necessitava reorganizar o ambiente doméstico, que os pequeninos reclamavam assistência maternal. Tornava-se a situação francamente insuportável. Minha cunhada solteira não tolerava as crianças e a cozinheira apenas fingia dedicação. Duas amas jovens pautavam toda a conduta pessoal pela insensatez. Não pôde Tobias adiar a solução justa e, decorrido um ano da nova situação, desposou Luciana, contrariando meus caprichos. Ah! se soubesse como me revoltei! Semelhava-me a uma loba ferida. Minha ignorância deu até para lutar com a pobrezinha, tentando aniquilá-la. Foi aí que Jesus me concedeu a visita providencial de minha avó materna, desencarnada havia muitos anos. Chegou ela como quem nada desejava, enchendo-me de surpresa, sentou-se a meu lado, pôs-me em seguida ao colo, como noutro tempo, e perguntou-me lacrimosa: - "Que é isso, minha neta? Que papel é o seu na vida? Você é leoa ou alma consciente de Deus? Pois nossa irmã Luciana serve de mãe a seus filhos, funciona como criada de sua casa, é jardineira do seu jardim, suporta a bílis do seu marido e não pode assumir o lugar provisório de companheira de lutas, ao lado dele? É assim que o seu coração agradece os benefícios divinos e remunera aqueles que o servem? Quer você uma escrava e despreza uma irmã? Hilda! Hilda! onde está a religião do Crucificado que você aprendeu? Oh! minha pobre neta, minha pobre!..." Abracei-me, então, em lágrimas, com a velhinha santa e abandonei o antigo ambiente doméstico, vindo em companhia dela para os serviços de "Nosso Lar". Desde essa época, tive em Luciana mais uma filha. Trabalhei, então, intensamente. Consagrei-me ao estudo sério, ao melhoramento moral de mim mesma, busquei ajudar a todos, sem distinção, em nosso antigo lar terrestre. Constituiu Tobias uma família nova, que passou a me pertencer, igualmente, pelos sagrados laços espirituais. Mais tarde, voltou ele, reunindo-se a mim, acompanhado de Luciana, que veio também ter conosco para nossa completa alegria. E aí tem, meu amigo, a nossa história...
Luciana, contudo, tomou a palavra e observou:
- Não disse ela, porém, quanto se tem sacrificado, ensinando-me com exemplos.
- Que dizes, filha? - perguntou a senhora Tobias, acariciando-lhe a destra.
Luciana sorriu e ajuntou:
- Mas, graças a Jesus e a ela, aprendi que há casamento de amor, de fraternidade, de provação, de dever, e, no dia em que Hilda me beijou, perdoando-me, senti que meu coração se libertara desse monstro que é o ciúme inferior. O matrimônio espiritual realiza-se, alma com alma, representando os demais simples conciliações indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores, embora todos sejam sagrados.
- E assim construímos nosso novo lar, na base da fraternidade legítima – acrescentou o dono da casa.
Aproveitando o ligeiro silêncio que se fizera, indaguei:
- Mas como se processa o casamento aqui?
- Pela combinação vibratória - esclareceu Tobias, atencioso -, ou então, para ser mais explícito -, pela afinidade máxima ou completa.
Incapaz de sopitar a curiosidade, esqueci a lição de bom-tom e interroguei:
- Mas, qual a posição de nossa irmã Luciana neste caso?
Antes, porém, que os cônjuges espirituais respondessem, foi a própria interessada que explicou:
- Quando desposei Tobias, viúvo, já devia estar certa de que, com todas as probabilidades, meu casamento seria uma união fraternal, acima de tudo. Foi o que me custou a compreender. Aliás, é lógico que, se os consortes padecem inquietação, desentendimento, tristeza, estão unidos fisicamente, mas não integrados no matrimônio espiritual.
Queria perguntar mais alguma coisa; entretanto, não encontrava palavras que revelassem ausência de impertinente indiscrição. A senhora Hilda, contudo, compreendeu-me o pensamento e explicou:
- Fique tranqüilo. Luciana está em pleno noivado espiritual. Seu nobre companheiro de muitas etapas terrenas precedeu-a há alguns anos, regressando ao círculo carnal. No ano próximo, ela seguirá igualmente ao seu encontro. Creio que o momento feliz será em São Paulo.
Sorrimos todos alegremente.
Nesse instante, Tobias foi chamado à pressa, para atender a um caso grave nas Câmaras de Retificação.
Era preciso, desse modo, encerrar a palestra.
(Nosso Lar, cap. 38, André Luiz/Chico Xavier, FEB)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vídeos enviados (lista de reprodução)

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - DE PEDRO LEOPOLDO A UBERABA - PARTE 9 DE 9

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MÉDIUM CELSO COM AMAURY JR - FINAL

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Fora da caridade não há salvação X Fora da Igreja não há salvação (salvação pela fé ou pelas obras)


Raciocinando sobre esses dois atributos de Deus: bondade e justiça infinitas; e ainda considerando que só se vive uma vez, não existindo a reencarnação, já poderíamos facilmente saber o que seria mais decisivo: se a fé, se as obras. Caso a fé fosse o único meio de salvação, o que seria dos povos que viveram na América antes da mesma ser “descoberta”? O que seria de alguém que nasceu em uma vila isolada no interior da Índia e nunca sequer viu uma Bíblia a sua frente? Por aqueles dois atributos de Deus podemos pensar que a salvação eterna encontraria um fator altamente decisivo em uma mera questão geográfica? Um brasileiro católico ou evangélico ainda o seria se houvesse nascido, vivido e morrido no interior do Afeganistão, ou da Índia, como colocado anteriormente? Sabemos que Deus, em sua justiça, trata imparcialmente todos os seus filhos, não fazendo acepção de pessoas (Deuteronômio, 10:17). Como resolver então essa questão?
Um ponto interessante na salvação pela fé é o que se coloca em Tiago, 2:19: “Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem”.
Por esses pensamentos já chegamos a uma conclusão, mas, claro, há ainda que se considerar a palavra da Bíblia de forma mais abrangente. Façamos isso.
Passagens utilizadas como justificativas por aqueles que acreditam na salvação pela fé:
Romanos, 3:27-28 - Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.
Efésios, 2:8-9 - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie.
Romanos, 10:9 - Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.
Romanos, 5:1 - Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.
Agora, passagens utilizadas como justificativas por aqueles que acreditam na salvação pelas obras:
Romanos, 2:5-6 - Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus, que retribuirá a cada um segundo as suas obras;
Romanos, 2:3 - Pois não são justos diante de Deus os que só ouvem a lei; mas serão justificados os que praticam a lei.
2 Coríntios, 5:10 - Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal.
Tiago, 2:24 - Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé.
 (Diga-se de passagem, Tiago, 2:14-26 é uma verdadeira aula sobre o tema, sendo o seu ponto de vista corroborado por I Coríntios, 13:2. Vale a leitura!).
Pode-se ler ainda: Apocalipse, 20:12-13; Apocalipse, 2:23; II Coríntios, 11:15.
Enfim, o que considerar??
Para esse caso, como todos os demais, melhor fazemos em nos ater ao que disse Jesus Cristo:
Mateus, 16:27 - Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.
Como interpretar que a salvação não se dá exclusivamente por meio da fé lendo Efésios, 2:8-9, por exemplo? Não há aqui alegorias ou margens para segundas interpretações, explicando-se ainda a razão: “para que ninguém se glorie”! Com certeza esse versículo se constitui na melhor passagem bíblica de justificação da salvação pela fé. Igualmente, como interpretar que a salvação não se dá por meio das obras lendo as palavras do próprio Cristo em Mateus, 16:27? Também aqui a colocação é clara de tal modo a não permitir segundas interpretações!
Vê-se que pela Bíblia as pessoas poderão chegar a duas conclusões diferentes. O que fazer então?
Bom, temos o bom senso a nos dizer o que foi colocado no início do texto, não há como fugir disso; e ainda temos Jesus com sua declaração em Mateus, 16:27! O que seria mais necessário ainda? O que seria preciso além da razão, do bom senso e da palavra de Cristo?! Ainda que mil pessoas, por mais nobres que sejam, digam algo, e Jesus (apenas ele) diga o oposto: fiquemos com o Cristo. Mas ainda há dúvidas!? As remanescentes por certo perdem sua razão de ser lendo-se essa passagem (novamente palavras de Jesus):
“Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim. E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.”
(Mateus 25:31-46)
Jesus diz que a vida eterna será apenas para os que têm fé, ou para aqueles que ajudaram o seu próximo, sendo isso contado como uma ajuda a ele mesmo? Na parábola do bom samaritano (Lucas, 10:25-37), contada por Jesus, quem seria salvo, segundo ele: o sacerdote (homem de fé) ou o samaritano (homem de obras, mesmo que de um povo anatematizado pelos judeus ortodoxos)? Pois essas idéias excluem a importância da fé? Não, de forma alguma! O que há de maior combustível ao ser humano que lhe provém forças para ser resignado perante os desígnios de Deus, ser humilde e vivenciar a moral cristã, mesmo com relação aos desconhecidos e até mesmo os inimigos? A resposta é simples: a fé. A fé e toda a esperança que dela nasce e nos diz que, seguindo os ensinamentos do Cristo, só teremos bons frutos a colher perante Deus.
“A caridade, sem a fé, não basta para manter entre os homens uma ordem social capaz de os tornar felizes. Pudera ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Na verdade, impulsos generosos se vos depararão, mesmo entre os que nenhuma religião têm; porém, essa caridade austera, que só com abnegação se pratica, com um constante sacrifício de todo interesse egoístico, somente a fé pode inspirá-la, porquanto só ela dá se possa carregar com coragem e perseverança a cruz da vida terrena.”
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Versículos citados nesse texto
Deuteronômio, 10:17 Pois o Senhor vosso Deus, é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem recebe peitas;
Tiago, 2:14-26
Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito há nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem. Mas queres saber, ó homem insensato, que a fé sem as obras é inútil? Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque? Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada. E se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus. Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado, e não somente pela fé. E de igual modo não foi a meretriz Raabe também justificada pelas obras, quando acolheu os espias, e os fez sair por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.
I Coríntios, 13:2
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
Apocalipse, 20:12-13
E vi os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono; e abriram-se uns livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida; e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o além entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras.
Apocalipse, 2:23
E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que esquadrinha os rins e os corações; e darei a cada um de vós segundo as suas obras.
II Coríntios, 11:15
Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.
Lucas, 10:25-37
E eis que se levantou certo doutor da lei e, para o experimentar, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Perguntou-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como lês tu? Respondeu-lhe ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.Tornou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo.

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Nosso Lar - André Luiz - capítulo 20

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Nosso Lar - André Luiz - capítulo 22

Nosso Lar - André Luiz - capítulo 15

Nosso Lar - André Luiz - capítulo 05

ESPIRITISMO - DIVALDO FRANCO - HUMANISTA E MEDIUM ESPIRITA - PARTE 5 DE 6

Como considerar o que dizem os espíritos se os mesmos se contradizem?


Essa crítica é feita principalmente por evangélicos, católicos e ateus. Como a esmagadora maioria das críticas deferidas ao Espiritismo, essa demonstra o desconhecimento do autor da mesma com relação à doutrina; e ainda, nesse caso, simplesmente um raciocínio de observação sobre a sua própria religião tiraria todo o mérito da crítica. Temos a Bíblia como a referência para todos os católicos e evangélicos; mas perguntemos: como existe hoje essa Bíblia que está ao alcance de nossas mãos? Ela veio pronta dos céus ou foi formada depois de um estudo seletivo de vários textos que existiam em vários lugares e que haviam sido escritos por vários diferentes homens? Percebe-se que a segunda alternativa é a verdadeira. Logo, como criticar a existência de posições diferentes nas comunicações dos espíritos se a própria Bíblia também fora resultado de estudos que decidiram quais livros eram corretos e quais deveriam ser considerados como apócrifos? O próprio Apocalipse de João primeiramente não fez parte da Bíblia, sendo aceito e inserido na mesma somente após certo tempo. Temos hoje diferentes Igrejas utilizando diferentes Bíblias em seus corpos doutrinários. Tornar o Espiritismo inválido pela discordância entre os espíritos seria, por simples raciocínio análogo ou coerência, tornar também inválida a Bíblia.
Qualquer estudo minimamente sério da doutrina espírita já revelará a advertência de que tudo deve ser cuidadosamente analisado. A própria idéia da reencarnação passou por isso, como atesta um trecho da Revista Espírita de fevereiro de 1862: “quando nos foi revelado, ficamos surpresos, e o acolhemos com hesitação, com desconfiança: nós o combatemos durante algum tempo, até que a evidência nos foi demonstrada. Assim, esse dogma, nós o aceitamos e não inventamos, o que é muito diferente”.
Os espíritos existem nos mais diferentes graus de desenvolvimento intelectual e moral (pois não são eles nada mais nada menos que seres humanos que viveram encarnados entre nós?), daí nascerem discrepâncias entre as comunicações realizadas. Há os sábios e os ignorantes, cabendo a nós, na natureza de cada comunicação, discernir uns dos outros. No do livro Obras Póstumas, Kardec esclarece de forma objetiva a metodologia utilizada por ele na codificação da doutrina: “apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método da experimentação; jamais ocasionei teorias pré-concebidas; observava atentamente, comparava, deduzia as conseqüências; dos efeitos procurava remontar às causas, pela dedução e o encadeamento lógico dos fatos, não admitindo uma explicação como válida senão quando podia resolver todas as dificuldades da questão. Foi assim que sempre procedi em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos.
Um dos primeiros resultados de minhas observações foi que os espíritos, não sendo outros senão as almas dos homens, não tinham a soberana sabedoria, nem a soberana ciência; que o seu saber estava limitado ao grau de seu adiantamento, e que a sua opinião não tinha senão o valor de uma opinião pessoal. Essa verdade, reconhecida desde o princípio, me preservou do grande escolho de crer em sua infalibilidade, e me impediu de formular teorias prematuras sobre o dizer de um só ou de alguns. (...)
Tais foram as disposições com as quais empreendi, e sempre persegui os meus estudos espíritas; observar, comparar e julgar, tal foi a regra constante que segui.”
Disso resulta que todo princípio que não recebeu a consagração do controle da generalidade, não pode ser considerado parte integrante da doutrina espírita, mas uma simples opinião isolada, da qual o Espiritismo não pode assumir a responsabilidade. É a coletividade concordante da opinião dos espíritos, passada, por outro lado, pelo critério da lógica, que faz a força da doutrina espírita, e lhe assegura a perpetuidade.


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Nosso Lar - André Luiz - capítulo 11

Nosso Lar - André Luiz - capítulo 20

A infalibilidade da Bíblia


A Bíblia não foi escrita por Deus, mas por homens. Vários homens! Tais homens puderam sim, ser inspirados por Deus. Inspirados! No entanto, o homem tem a capacidade de ceder livremente à inspiração divina ou misturá-la às suas paixões, crenças, dúvidas e imperfeições; senão isso, de que forma explicar contradições, por vezes banais - outras nem tanto - na Bíblia? Não poderia haver – e isso é facilmente constatável - erros frutos de idéias ainda pouco desenvolvidas no homem à época? Ou ainda, não poderia haver erros nas várias traduções já feitas, uma vez que, por simples comparação, vemos que cada tradução usada por diferentes igrejas, em certas passagens, coloca as palavras de modo a obter-se uma “justificação” a uma crença particular da mesma, o que acaba não sendo completamente “justificado” por outra tradução?
Vale observar que a contextualização onde os versículos estão inseridos é bastante importante, não sendo isso desconsiderado aqui, como poderá ser visto.
(O que é colocado abaixo serve também como argumento àqueles que sempre
colocam o Espiritismo como incoerente em si mesmo. Basta antes olhar para si e perceber que a crítica pueril ou por vezes maldosa que fazem aplicaria-se a si mesmos se feitas com o mesmo senso de puerilidade ou maldade).
- Primordial erro: a afirmação da imperfeição de Deus e negação de sua onisciência.
Gênesis, 6:6 - Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.
Êxodo, 32:14 - Então o Senhor se arrependeu do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo.
I Samuel, 15:35 - Ora, Samuel nunca mais viu a Saul até o dia da sua morte, mas Samuel teve dó de Saul. E o Senhor se arrependeu de haver posto a Saul rei sobre Israel.
II Samuel, 24:16 - Ora, quando o anjo estendeu a mão sobre Jerusalém, para a destruir, o Senhor se arrependeu daquele mal; e disse ao anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta; retira agora a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.
Amós, 7:3 - Então o Senhor se arrependeu disso. Não acontecerá, disse o Senhor.
Jonas, 3:10 - Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.
Vide ainda: I Crônicas, 21:15; Amós, 7:3; Amós, 7:6.
Ora, sendo Deus infinitamente perfeito em todos os seus atributos, não se concebe que Ele poderia arrepender-se de algo uma vez sequer que fosse, já que possui a total onisciência para saber das conseqüências de Suas ações, além de suprema inteligência e justiça para realizar uma ação correta. O arrependimento só tem lugar quando algo de errado é feito. Afirmar Deus capaz de cometer erros é tirar-Lhe a Sua perfeição e, com isso, não mais considerá-lo Deus. Afirmar que Deus fez algo com a melhor das intenções, mas o resultado não fora o que Ele esperava, é tirar-lhe a Sua onisciência e, com isso, não mais considerá-lo Deus.
- Contradição: salvação pela fé ou pelas obras?
Isso é alvo de diferentes interpretações por diferentes igrejas e religiões, o que não deixa de ser bem compreensível devido a diversos versículos. Clique e saiba mais.
- Contradição: o que fizeram os ladrões? / Diálogo de Jesus com o ladrão e posteriormente com Maria Madalena.
Mateus, 27: 38-44 - Então foram crucificados com ele dois salteadores, um à direita, e outro à esquerda. E os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Tu, que destróis o santuário e em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo; se és Filho de Deus, desce da cruz. De igual modo também os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: a outros salvou; a si mesmo não pode salvar. Rei de Israel é ele; desça agora da cruz, e creremos nele; confiou em Deus, livre-o ele agora, se lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus. O mesmo lhe lançaram em rosto também os salteadores que com ele foram crucificados.
Marcos, 15: 27 e 32 - Também com ele crucificaram dois salteadores, um à sua direita, e outro à sua esquerda. (...) desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam.
Lucas, 23:39-43 - Então um dos malfeitores que estavam pendurados, blasfemava dele, dizendo: não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça; porque recebemos o que os nossos feitos merecem; mas este nenhummal fez. Então disse: Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
Aqui Mateus e Marcos dizem que os dois ladrões insultavam Jesus; já Lucas diz que apenas um deles o insultava, sendo que o outro se pôs a seu lado (João nada menciona sobre os ladrões dizerem algo na crucificação). Quem está certo? Lucas vai mais longe, inserindo um diálogo de Jesus com esse ladrão: "em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso". Aqui surge outra contradição, vendo o que o próprio Jesus disse a Maria Madalena TRÊS dias depois:
João, 20:17 - Disse-lhe Jesus: deixa de me tocar, porque ainda não subi ao Pai; mas vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. Necessariamente, ou João, 20:17 ou Lucas, 23:43 estão errados. A questão é: trata-se de um mero erro sem más intenções devido à propagação oral dos acontecimentos, ou de uma tentativa de justificação de um dogma em Lucas?
É simplesmente o não ter medo de pensar que leva a conclusão que algum dos evangelistas está necessariamente errado. Não há, claramente, a mínima possibilidade de todos estarem certos ao mesmo tempo.
- Cegos de Jericó: um ou dois? (1)
Mateus, 20:29-30 - Saindo eles de Jericó, seguiu-o uma grande multidão; e eis que dois cegos, sentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de nós.
Marcos, 10:46-47 - Depois chegaram a Jericó. E, ao sair ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, estava sentado junto do caminho um mendigo cego, Bartimeu filho de Timeu. Este, quando ouviu que era Jesus, o nazareno, começou a clamar, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!
Lucas, 18:35-38 - Ora, quando ele ia chegando a Jericó, estava um cego sentado junto do caminho, mendigando. Este, pois, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo. Disseram-lhe que Jesus, o nazareno, ia passando. Então ele se pôs a clamar, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!
Aqui temos Mateus dizendo que eram dois cegos em contradição com Marcos e Lucas que afirmam ser apenas um.
A Bíblia é um livro de grandiosa importância, mas de importante não conclue-se infalível. Infalível apenas Deus o é! Qualquer ser humano, uma vez imperfeito, é passível de erro: eu, você, Paulo, João, Lucas, Mateus, Kardec; não querendo dizer que isso seja necessariamente fruto de más intenções, mas simplesmente de imperfeições, pensamentos e idéias diferentes acerca de algo (ainda mais no caso da Bíblia, onde muito do que está escrito o foi após uma divulgação oral dos fatos através dos anos), lembrando ainda que as idéias evoluem, assim como a humanidade o faz em ciência e moral. A razão, o raciocínio e o coração puro e livre de preconceitos nos levam aonde devemos por certo ir.
(1) Muitos acharão uma infantilidade o fato da observação do caso do(s) cego(s) de Jericó. Mas quase a totalidade das críticas movidas contra a doutrina espírita são tão pueris quanto essa. Os parênteses em itálico antes das citações explicam bem o verdadeiro sentido da exposição desses versículos sobre o cego de Jericó neste texto.
www.saberespirita.com.br – Conhecendo o Espiritismo sem preconceitos Site Saber Espírita - 2005
Versículos citados nesse texto
I Crônicas, 21:15
E Deus mandou um anjo a Jerusalém para a destruir; e, estando ele prestes a destrui-la, o Senhor olhou e se arrependeu daquele mal, e disse ao anjo destruidor: Basta; agora retira a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Ornã, o jebuseu.
Amós, 7:3
Então o Senhor se arrependeu disso. Não acontecerá, disse o Senhor.
Amós, 7:6
Também disso se arrependeu o Senhor. Nem isso acontecerá, disse o Senhor Deus.
www.saberespirita.com.br
 – Conhecendo o Espiritismo sem preconceitos

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

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