quarta-feira, 6 de julho de 2016

O Egoísmo

O Egoísmo

O egoísmo, esta chaga da Humanidade, deve desaparecer da Terra, cujo progresso moral retarda; ao Espiritismo está reservada a tarefa de fazê-la subir na hierarquia dos mundos. O egoísmo é, pois, o objetivo para o qual todos os verdadeiros crentes devem dirigir suas armas, suas forças e sua coragem; digo coragem porque é preciso mais coragem para vencer a si mesmo do que vencer os outros. Que cada um, pois, coloque todos os seus cuidados para combatê-lo em si, porque esse monstro devorador de todas as inteligências, esse filho do orgulho, é a fonte de todas as misérias desse mundo. É a negação da caridade e, por conseguinte, o maior obstáculo à felicidade dos homens.

Jesus vos deu o exemplo da caridade e Poncio Pilatos, o do egoísmo; porque enquanto o justo vai percorrer as santas estações do seu martírio, Pilatos lava as mãos dizendo: 

Que me importa, ele disse aos judeus: esse homem é justo, porque quereis crucificá-lo? 

E, entretanto, deixa que o conduzam ao suplício.

*Trecho do “Evangelho segundo o Espiritismo”  capítulo XI – AMAI O PRÓXIMO COMO A TI MESMO*

*Comentários de (Neide Fernandes Chagas)*

O ser humano já traz em sua essência o egoísmo, e raros 
são aqueles que nunca tiveram vez ou outra este sentimento, por mais que se esforcem em manter seu padrão vibratório em elevação.
O egoísmo nada mais é que querer sempre o melhor pra si mesmo nunca pensando nos outros; quando entendermos que só tirando do nosso coração tais sentimentos ruins, conseguiremos ser felizes e vibrar em sintonia com Jesus.

Pois quando sentimos o egoísmo tomar conta de nós estaremos nos ligando com o plano inferior e irmãos que pensam iguais a nós, ai o sofrimento vem fazer morada em nossas vidas, e dificulta nosso progresso na escalada para o Pai.


Cada ser que queira se afastar dos perigos da obsessão deve refletir sobre sua conduta diária, vigiando seus passos e pensamentos, e nunca se sentindo melhor do que seu irmão ou mesmo desejando que ele sofra, só porque está sofrendo, esquecendo os erros próprios e apontando os erros alheios, expondo publicamente defeitos ou mazelas de outrem, sem olhar para suas próprias deformidades morais, com as quais deveria preocupar-se antes de tentar ensinar a quem quer que seja, aquilo que ainda está longe de ter aprendido: a verdadeira caridade.

É muito mais fácil condenar seu irmão, sem conhecer-lhe os propósitos, do que auxiliá-lo a se erguer dentro dos princípios cristãos que Jesus nos deixou.


Pense nisso...

Nenhum comentário:

Postar um comentário