sábado, 15 de outubro de 2016

Estudo Espírita

Promovido pelo IRC-Espiritismo
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Centro Espírita Léon Denis
http://www.celd.org.br

Tema: Felicidade – Parte II
(“O Livro dos Espíritos” – questões 920 a 925)

Expositor: Mauro Bueno

Manaus

Dirigente do Estudo:

Mauro Bueno

Oração Inicial:

Vamos nestes instantes iniciais das atividades deste canal, buscarmos estar junto a Deus nosso Pai Criador e junto a Jesus, nosso amigo e nosso Mestre Jesus. E pedir-lhes que nos envolva nas bênçãos que necessitamos, para tornarmos os estudos da noite uma realidade do nosso dia-a-dia. Mestre Amado Jesus, vós que sois o Modelo de Pedagogo ao nosso mundo terrestre, favoreça-nos com o auxílio do entendimento e da compreensão dilatados, para que possamos melhor assimilar as lições da noite e as tuas lições de amor e bondade. Abençoe, Mestre, a todos que aqui chegaram aos que não puderam vir, encarnados e desencarnados e abençoe também nosso amigo e irmão que, dedicadamente, prepara e que coordenará as tarefas de aprendizado. Assim envolvidos em Tua Paz, Mestre Jesus, estejas conosco, hoje e sempre. Assim seja!

Exposição:

<@MBueno_Estudos>A questão 920 de “O Livro dos Espíritos” nos diz que o homem não pode gozar de completa felicidade na Terra, pois nossa vida nos foi dada como mecanismo de expiação, em ressarcimento ao males cometidos, ou como mecanismo de provas, onde submetemo-nos com vistas a tornarem-nos espíritos melhores, mais próximos da felicidade alcançada pelos espíritos superiores.

Ela também ressalta que É RESPONSABILIDADE DO PRÓPRIO ESPÍRITO minimizar seus males e ser tão feliz quanto possível na Terra.

Deve então o espírita procurar conforto e ascensão social através do trabalho íntegro e honesto, bem como através de aplicados estudos?

A resposta é SIM! Deve! Mas sobretudo, sem perder de vista o uso que fará deste poder que amealha: "...quanto mais rico e poderoso é ele, tanto mais obrigações tem que cumprir e tanto mais abundantes são os meios de que dispõe para fazer o bem e o mal. Deus experimenta o pobre pela resignação e o rico pelo emprego que dá aos seus bens e ao seu poder. ("O Livro dos Espíritos" - questão 816)

Não se pode esquecer que o trabalho íntegro e o estudo sistemático são auxiliares da LEI DO PROGRESSO, a qual estamos todos subordinados.

Hoje estão cada vez mais difundidos os livros e os métodos de auto-ajuda. A maioria deles está baseada em PERCEPÇÃO, ou seja, a maneira pela qual entendemos algo. Como nos relacionamos com as pessoas, nossos amigos, nossos superiores e subordinados, nossos colegas, parentes, conhecidos?

Bem, já está provado e muito bem provado que vemos o que queremos ver... Somos parciais em nossas percepções.

Duas pessoas olham um quadro, em momentos distintos, uma diz:

Que lindo quadro! Que cativante expressão nos olhares das pessoas aqui retratadas...

Algum tempo depois chega outra pessoa e diz:

A moldura não combina com a cor da parede! Que desastre! Que falta de bom gosto tem esta pessoa que pôs este quadro aqui...

Quem somos nós??? Como olhamos para este quadro? O que dizemos quando vemos o quadro, retratando toda nossa existência, tudo o que existe ao nosso redor? Buscamos o que quis expressar o pintor? Ou maldizemos em lamúrias isto ou aquilo o tempo todo?

Precisamos ser ricos e poderosos? Ou basta o necessário ao desenvolvimento de nossa missão na Terra? Os espíritos respondem:

"Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranqüila e a fé no futuro." ("O Livro dos Espíritos" - questão 922)

Como pode o homem conhecer o limite do necessário? ("O Livro dos Espíritos" – questão 715)

"Aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência e à sua própria custa."

É preciso buscar sempre o que há de positivo, qual é a lição, o que há de bom em cada momento. Absolutamente não existe mal sobre a Terra! Existe ignorância do bem, e sua ausência é que resulta nos escândalos que vemos por aí. :c))

Espíritas, amai-vos e instruí-vos (Kardec) Busquem sim o conforto, busquem sim maiores conhecimentos de tudo, não se abandonem a posição que os leve a miséria! Cresçam socialmente. Nunca façam da riqueza a missão de suas vidas, pois talvez, não estejam preparados para uma das MAIS TERRÍVEIS DE TODAS AS PROVAS: a riqueza!!! E não se abandonem à miséria...

“Qual das duas provas é mais terrível para o homem, a da desgraça ou a da riqueza?” ("O Livro dos Espíritos" – questão 815)

"São-no tanto uma quanto outra. A miséria provoca as queixas contra a Providência, a riqueza incita a todos os excessos."

“Por que favorece Deus, com os dons da riqueza, a certos homens que não parecem tê-las merecido?” ("O Livro dos Espíritos" – questão 925)

"Isso significa um favor aos olhos dos que apenas vêem o presente. Mas, ficai sabendo, a riqueza é, de ordinário, a prova mais perigosa do que a miséria."

Mas, ainda nos afirma Kardec:

"...Se a riqueza somente males houvesse de produzir, Deus não a teria posto na Terra. Compete ao homem fazê-la produzir o bem. Se não é um elemento direto de progresso moral, é, sem contestação, poderoso elemento de progresso intelectual.... Sendo a riqueza o meio primordial de execução, sem ela não mais grandes trabalhos, nem atividade, nem estimulante, nem pesquisas.

Com razão, pois, é a riqueza considerada elemento de progresso" (Comentários de Kardec A “Fora da Caridade Não Há Salvação” em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Capítulo.XV, item 3. “O de que precisa o Espírito para ser salvo”. “Parábola do Bom Samaritano”)
Desigualdade das riquezas

8. A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens?

Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar.

E, aliás, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades. (Comentários de Kardec A “Fora da Caridade Não Há Salvação”, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Capítulo XV, item 8)

A sabedoria é o EQUILÍBRIO!!!! :c)))) A correta percepção da felicidade, dos reais valores do espírito nos poupa de diversos sofrimentos.

Veja exemplos que estão na literatura:

“Memórias de um Suicida”: Espírito não divulgado, pela médium Yvonne A. Pereira

Do próprio espírito que suicidou-se devido a falência material e por julgar-se incapaz de gerar o próprio sustento. "Há Dois Mil Anos" e "50 Anos Depois". Emmanuel, pelo médium Chico Xavier

De sua vida de patrício romano e legado na Judéia ao tempo do Cristo. Comentando sobre sua encarnação pregressa como Públio Lentulus Sura (bisavô de si mesmo), onde espoliava o Estado, gananciosamente e como Públio Lentulus auxiliando a combater justamente o que praticara. Depois como o bom e culto escravo Nestório, cristão.
"Nosso Lar". André Luís, pelo médium Chico Xavier.

“Que fechara as portas de seu lar e familiares a toda beneficência que poderia executar...

Que de tormentos, ao contrário, se poupa aquele que sabe contentar-se com o que tem, que nota sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é. Esse é sempre rico, porquanto, se olha para baixo de si e não para, cima, vê sempre criaturas que têm menos do que ele.

E calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas. E não será uma felicidade a calma, em meio das tempestades da vida? - Fénelon. (Lião, 1860.) “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Capítulo V, “Bem-Aventurados os Aflitos” - questão 23

Sobre a riqueza, ainda nos fala Kardec:

“Mas, como, ao mesmo tempo, é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca. Cada um tem de possuí-la, para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela.

Sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo, e acontecendo, além disso, que, se todos a possuíssem, ninguém trabalharia, com o que o melhoramento do planeta ficaria comprometido, cada um a possui por sua vez.

Assim, um que não na tem hoje, já a teve ou terá noutra existência; outro, que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. Há ricos e pobres, porque sendo Deus justo, como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno.

A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação; a riqueza é, para os outros, a prova da caridade e da abnegação. Deploram-se, com razão, o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignóbeis paixões que a cobiça provoca, e pergunta-se: Deus será justo, dando-as a tais criaturas?

E exato que, se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da Terra; se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça.

Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a Providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração; daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho: os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade.”

E ainda dizem sobre tais bens:

“Os bens da Terra pertencem a Deus, que os distribui a seu grado, não sendo o homem senão o usufrutuário, o administrador mais ou menos íntegro e inteligente desses bens. Tanto eles não constituem propriedade individual do homem, que Deus freqüentemente anula todas as previsões e a riqueza foge àquele que se julga com os melhores títulos para possuí-la.”

Sem muito esforço eu colaria aqui muitas e muitas páginas de exemplos. A literatura espírita nos traz a mancheias. :c))) (t)

Perguntas/Respostas:

[01] <+_angelo_> Porque a felicidade terrena parece estar sempre ligado a posse de bens terrenos? (t)

<@MBueno_Estudos> Veja Angelo, o que os espíritos nos respondem: Eles nos dizem que o homem enxerga apenas uma vida e que por isso, pretende desfrutar de tudo o que pode nesta sua única vida. O Espiritismo nos ensina que não é bem assim, que seremos chamados a prestar contas de todas as posses e talentos dos quais fomos munidos. “Qual das duas provas é mais terrível para o homem, a da desgraça ou a da riqueza? ("O Livro dos Espíritos" – questão 815)
"São-no tanto uma quanto outra. A miséria provoca as queixas contra a Providência, a riqueza incita a todos os excessos.”(t)

[02] <+Amiga_espirita> Eu acho que a felicidade fica difícil por virmos com defeitos ou imperfeições de outras vidas!(t).

<@MBueno_Estudos> A felicidade na verdade não está limitada pelos erros das vidas passadas, lembremos que "O Livro dos Espíritos" nos diz que somos os únicos responsáveis por nossa própria felicidade. Muitas vezes não percebemos o quanto somos felizes e ficamos adiando esta sensação indefinidamente, dizendo: “eu serei feliz quando tal coisa ocorrer, ou serei feliz quando tiver tal coisa.” Felicidade aqui na Terra é limitada, porém, cada qual tem um quinhão e cumpre-se necessário buscá-lo.(t)

[03] <+}FFeItIcEiRa{> Ao meu ver a "Felicidade" relacionada ao dinheiro ou a matéria, também pode ser uma felicidade verdadeira! Desde que utilizemos esses bens para a prática do bem, não é? O importante é sabermos sempre utilizarmos do que possuímos, pois foi permitido por Deus o termos, para prática do Bem! Aí sim, encontraremos a felicidade naquilo que denominamos "bens materiais", não é? (t)

<@MBueno_Estudos> A sua percepção está corretíssima! Veja que os bens materiais bem aplicados são fonte de felicidade e de conforto para muitos desvalidos. A bem-aventurança na riqueza é um dos atos mais valorosos, dada a sua dificuldade neste planeta que ainda prega o egoísmo. (t)

[04]<+solmar> Não concordo! Acho a felicidade ilimitada e a infelicidade sim, limitada, talvez por isto, encontro felicidade em pequenas coisas e isto incomoda a muita gente. Porque?

<@MBueno_Estudos> Chamamos isto de inteligência emocional. Você consegue perceber-se feliz por coisas que aos olhos dos outros parecem pequenas. As pessoas desejam ser felizes e, ao perceber que outras o parecem ser, querem isto para si. Este ressentimento que você percebe nada mais é que desequilíbrio do espírito que ainda busca o caminho.(t)

[05] <+solmar> Inteligência Emocional é a felicidade nas pequenas coisas de belo que a vida nos oferece?

<@MBueno_Estudos> Uma parte desta inteligência, Solmar. (t)

[06]<+solmar> Uma colega de trabalho chegou ao cúmulo de me dizer que se sentia incomodada, em me ver sempre sorridente, e posso garantir que nem sempre a coisas corriam tão bem para mim. A partir daí, fiquei mais atenta em não demonstrar felicidade na vida do cotidiano.

<@MBueno_Estudos> Não turbe vosso espírito pelo pensamento dos demais (t)

[07] <+}FFeItIcEiRa{> Acho que a inveja é um sentimento que devemos revidar com amor e compreensão! Na verdade, a pessoa que a sente, certamente, gostaria de possuir aquilo que possuímos, entretanto, aquilo que possuímos, muitas vezes, para nós não é o suficiente! E invejamos a maneira de ser daquele que nos inveja! Por isso o importante é agradecermos tudo que temos e o que não temos! Pois devido a nossa pouca evolução, a inveja muitas vezes domina.

<@MBueno_Estudos> O sentimento de gratidão ao Criador pelo que temos é uma benção por si só. Aquele que suporta as dificuldades sem queixumes e segue em frente agradecendo a oportunidade da nova vida obtida, certamente triunfa e chega ao Plano Espiritual melhor do que saiu. É o que chamamos de "bem sofrer" (t)

[08] <+}FFeItIcEiRa{> A felicidade está em nós mesmos, não é?! Nós que a encontramos, rápida ou demoradamente, mas sempre a encontramos quando realmente a compreendemos, estou errada? (t)

<@MBueno_Estudos> Não está errada não! Está muito correta. Em nossa consciência está gravada a lei que nos conduz a felicidade. Basta aprendermos a ouvir esta consciência e alcançaremos a felicidade a seu tempo. (t)

[09] <@SafiriStudy> Quando um espírito encarnado na Terra, é feliz com as coisas simples que possui na pobreza, ou, na riqueza consegue ser caridoso, esse espirito então, pode ser considerado um espirito evoluído?

<@MBueno_Estudos> Sim Safiri. Tanto o pobre que encontra a felicidade na pobreza, quanto o rico que faz bom uso de sua fortuna, auxiliando os demais, ambos demonstram evolução. Ambos estão no caminho correto! Como nos diz o LE: não podemos ter em mente uma única vida. Todos terão a riqueza a seu turno, porém, ela é prova perigosa. (t)

[10] <@claralice_estudos> Pelas percepções que consigo fazer observo que nós, a grande maioria de espíritos encarnados no planeta, temos muita preocupação com resultados urgentes para as nossas situações de vida, e sinto que isso se dá por não termos em realidade (vida prática) os mesmos postulados que dizemos ter em relação à vida espiritual. Por favor amigo, se possível, comente isto.

<@MBueno_Estudos> A razão disto é a sensação da brevidade da vida. Como o homem não se percebe de sua imortalidade e tem o receio atávico da morte, quer fazer tudo o que pode no mínimo tempo possível. Na justa medida que a idéia da morte for sendo extinta da cultura humana, então, também se diminuirá esta pressa de se ter tudo e sentir tudo em tão breve espaço de tempo. (t)

Oração Final:

<@_Mara_> Boa noite a todos. Aproveitemos as vibrações naturais que nos visitam, tendo em vista tão somente o fato de estarmos pensando sobre a felicidade, elevemos nossos pensamentos e nossos sentimentos em direção à vida maior, e na certeza da presença amiga do Mestre, vamos abrir os nossos corações, conversando com o divino amigo: Querido Jesus, nesse momento em que vamos interrompendo esse momento de estudo e prece, esse momento de encontrar corações, unidos em pensamento e em coração, tocados e emocionados pela beleza da vida que a Doutrina nos mostra com tanta clareza e profundidade, nós te agradecemos, amigo, a sua vinda há quase 2000 anos, para nos deixar o Evangelho, roteiro de luz em nossas vidas. Agradecemos a chuva de bênçãos que se derrama sobre nós desde o advento do Espiritismo na Terra, bênçãos de luz, de conforto, de paz e de felicidade. Obrigada pela oportunidade de termos vencido todos os obstáculos, internos e externos, e aqui nos encontrarmos para aprofundar esses conhecimentos. Que esse espaço virtual seja abençoado pelas suas energias de amor e sabedoria. Que possamos sempre aqui estar usufruindo tantas bênçãos, e que possamos, querido amigo, acima de tudo, compartilhar com todos aqueles com quem convivemos, esses ensinamentos, através da nossa vivência nas nossas relações no dia-a-dia, aqui e na vida em geral. Que essas energias sublimes que se derramam sobre nós, alcancem igualmente todos os corações necessitados de consolo e esclarecimento. Esteja sempre com todos nós, amigo querido, todos nós tão necessitados ainda do teu amparo, muito obrigada por tudo, tudo mesmo. Graças a Deus. Graças a Jesus. (t)

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