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sábado, 9 de janeiro de 2016

 nl03_02_A preleção de Eusébio LIVRO MUNDO MAIOR

Conclusão do estudo

Neste capítulo II, estamos estudando a palestra que o Instrutor Eusébio proferiu aos espíritos que compareceram à assembléia reunida para ouvir suas orientações.  Eram espíritos que ainda se encontravam na experiência corporal e que ali compareciam libertos do corpo físico pela ação do sono.
Embora com propósitos de se iniciarem no edificante trabalho do bem, ainda se debatiam em dúvidas e costumes que obstaculavam sua transformação, adquiridos ao longo da existência.  O nobre benfeitor, então, aproveitou a oportunidade para proferir palavras de advertência que os levavam a uma reflexão sobre os reais objetivos da nossa passagem pelo mundo material.

Questões propostas para estudo:

1- O que Eusébio quis dizer com a expressão: “... Enquanto vossa organização fisiológica repousa à distância, exercitando-se para a morte..."?

Quis o Instrutor dizer que, naquele exato momento em que os espíritos  estavam nesta reunião, na Terra se encontravam em repouso seus corpos físicos,  já em exercício inconsciente para o momento da desencarnação.  Sabemos que, ao dormir, o espírito se liberta da matéria, tal como ocorre após a morte do veículo físico.  Na preleção, o Instrutor qualificou esse estado de emancipação como uma espécie de treino para o que certamente acontecerá mais tarde, só que, aí, em caráter definitivo.

2- A crença na imortalidade da alma é o suficiente para que estejamos caminhando em direção à Luz Divina?

O conhecimento da imortalidade da alma é o primeiro passo em direção à Luz Divina.  Mas não é o bastante.  É em razão desse conhecimento que nos conscientizamos da necessidade de atentarmos para os preceitos contidos nas Leis Morais, ditados à Kardec pelos Espíritos.  O seu cumprimento é que nos colocará em sintonia com Jesus, o caminho que nos levará ao Criador.

3- Podemos entender que a evolução do mundo é na verdade, o reflexo da evolução espiritual da humanidade? Que posição devemos adotar com essa onda evolucionista que varre os ambientes da Terra"?

Sem que sua humanidade evolua, os mundos também não podem evoluir.  Assim, a evolução espiritual dos habitantes da Terra é que a impelirá à evolução.  É o que estamos presenciando nesse momento, em que a transformação da Terra de mundo de provas e de expiações em mundo de regeneração já se iniciou, através de um processo de seleção espiritual.
Eusébio se referiu a essa transformação, a que chamou de "onda evolucionista que varre os ambientes da Terra".  Advertiu, todavia, que essa transformação causa perturbação à maioria esmagadora de tímidos e invigilantes que se encontra em toda a parte.  E, por isso, recomendou que
"... acendamos o coração em amor fraternal, à frente do serviço.
Não bastará, em nossas realizações, a crença que espera; indispensável é o amor que confia e atende, transforma e eleva, como vaso legítimo da Sabedoria Divina".

4- Qual deve ser a postura do verdadeiro espírita ante a afirmação "abandonai a ilusão, antes que a ilusão vos abandone"?

Devemos nos conscientizar de que ninguém alcançará o Reino do Céu através milagres nem pelas mãos dos benfeitores espirituais.  Advertiu-nos o Instrutor que somente usando as "asas próprias" é que triunfaremos sobre os obstáculos que se nos aparecem ao longo da caminhada.  Que não devemos cobiçar",,, o repouso das mãos e dos pés ..."  sem procurar  " ... a paz interior na suprema tranqüilidade da consciência".  A postura que devemos adotar é a de não nos deixar levar pela ilusão de uma vida fácil, para que essa ilusão não nos abandone.

5- Qual é a grande lição que Eusébio nos passa em suas palavras?

Buscou o ilustre Instrutor a conscientização daqueles Espíritos - e, aproveitando-nos do relato de André Luiz, conscientizemo-nos todos nós, também - de que somente mediante a entrega ao trabalho regenerador é que aproveitaremos utilmente a experiência carnal.
Ensinou que "somente os servos que trabalham gravam no tempo os marcos da evolução; só os que se banham no suor da responsabilidade conseguem cunhar novas formas de vida e de ideal renovador. Os demais, chamem-se monarcas ou príncipes, ministros ou legisladores, sacerdotes ou generais, entregues à ociosidade, classificam-se na ordem dos sugadores da Terra".
Concluiu aconselhando:
"Equilibrai-vos, pois, na edificação necessária, convictos de que é impossível confundir a Lei ou trair-lhe os ditames universais!".

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